Álvaro Figueiredo começou a trabalhar por conta própria no ramo das caixilharias e, progressivamente, foi aumentando a carteira de clientes e o número de funcionários que contratava. Atualmente com 15 funcionários e instalações novas em Lagares da Beira, no concelho de Oliveira do Hospital, o administrador afirma que “um crescimento sustentável, sempre na procura de melhor servir os seus clientes” são fatores de sustentabilidade e sucesso.

Empreendedorismo de Álvaro Figueiredo
O caminho que trilhou ajudou-o a manter “os pés bem assentes na terra, sabendo o quanto me custou construir o património que detenho atualmente”. O facto de ter começado a trabalhar sozinho “deu-me a experiência e conhecimentos necessários para poder executar qualquer processo dentro desta atividade” e facilidade “de saber trabalhar ao lado dos meus funcionários”. Conhece todos os processos administrativos e técnicos “desde o escritório, com a orçamentação e preparação de obra”, até à parte técnica do “corte, montagem e saída de armazém”. Nunca se formou na área, mas a “escola da vida ensinou-me tudo o que tinha para aprender”. A experiência profissional ensina a “trabalhar os materiais e a conhecer a forma como eles se comportam depois de instalados”, mas o contacto com os clientes “ensinou-me a lidar com as pessoas e ajudou-me a crescer e a prever situações menos desejáveis”. Atualmente há formações , frequentou o primeiro curso para instaladores certificados ministrado em Portugal, “essencial para desenvolver esta atividade, como as certificações energéticas, mas quando eu iniciei esta atividade não havia quase nenhuma oferta formativa para esta área”. Os anos foram passando, a empresa foi crescendo e os serviços foram aumentando. Começaram com os portões, automatismos e caixilharias, estando sempre na linha da frente da inovação e das novas arquiteturas. A última aposta da empresa foi na fabricação de caixilharia de PVC. “Amadureci a ideia durante quase dois anos e decidi que era altura de apostar no seu fabrico e montagem”, afirma o empresário.

Alumínio vs PVC
Ambos têm as suas vantagens e desvantagens. Se o imóvel tem janelas com medidas denominadas “normais pode, perfeitamente, apostar numa caixilharia de PVC porque ao nível térmico é mais eficaz do que as caixilharias de alumínio. Se tem um imóvel com vãos de grandes dimensões e minimalistas aconselho a caixilharia de alumínio, porque o PVC é limitado em muitos aspetos. O aconselhamento deve ser feito em obra após a análise do tipo de arquitetura, medidas e características dos edifícios”. A maioria dos serralheiros apenas quer vender e colocar janelas, “raramente se preocupam com a durabilidade dos materiais, características térmicas e acústicas e se a opção é a mais correta”. No sentido de combater essa realidade construiu um showroom “para que os nossos clientes possam ver e sentir o material que estão a adquirir assim como a sua execução, nunca esquecendo as suas características térmicas e acústicas devidamente ensaiadas e certificadas”, esclarece Álvaro Figueiredo.

Profissionalismo e Qualidade
A nível geral trabalham muito na construção nova e na reabilitação de edificios. Aceitam todos os tipos de obras, desde o setor público ao privado, em todo o país, e exportam alguma produção. “Estamos sempre na vanguarda e fazemo-nos representar com materiais topo de gama, apostando no material que obteve os melhores resultados quando foi testado em laboratório, assim como em vidro com excelentes desempenhos”. Neste sentido, investiram em máquinas de CNC que lhes garantem “precisão, qualidade, rapidez de trabalho e desenvolvimento ao nível da execução das obras. Estas premissas são extremamente importantes porque atualmente, os materiais e a sua instalação, só são pensados e contratados quando já deveriam estar a ser executados ”, informa o empresário Álvaro Figueiredo.

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