Prestes a completar quaro anos de atividade fomos conhecer o ISCE DOURO, a mais recente resposta ao nível do Ensino Superior na região do Vale do Tâmega e Sousa. Mário Gandra, presidente da instituição abriu-nos as portas da instituição e fez um balanço dos primeiros anos de atividade perspetivando um futuro que acredita ser “d’ouro” ou não fosse o ISCE Douro um projeto nascido a pensar nesta região.

Quando estamos a pouco menos de três meses de completar o 4º aniversário do ISCE Douro, que balanço faz destes primeiros anos de atividade?

O balanço é francamente positivo e prova claramente que o projeto ISCE DOURO vem responder a necessidades de formação superior dos cerca de 433.000 habitantes residentes na CIM Tâmega e Sousa e, em especial, à premente necessidade de qualificação das nossas camadas jovens. O crescimento gradual do número de alunos reflete isto mesmo. Nas licenciaturas em Desporto, Educação e Multimédia, bem como nos Cursos Técnicos Superiores Profissionais, em que continuamos a apostar, mostra-se um crescimento equilibrado, mas cheio de energia, que impele à construção de um futuro melhor para toda a região.

Ter apenas três anos de existência não terá, de certa forma, um efeito contrário junto dos potenciais clientes?

Primeiro, não podemos esquecer que o GRUPO PEDAGO, entidade instituidora do ISCE Douro, tem 48 anos de atividade no ensino. A marca ISCE tem 34 anos de experiência ao nível do ensino superior – tantos quantos a idade do ISCE em Odivelas – em várias zonas geográficas e áreas de estudo. O Tâmega e Sousa conhece-nos bem, ou não tivéssemos estado durante cerca de 25 anos em Felgueiras, tendo sido a primeira IES a organizar-se em toda esta região. O ISCE Douro é uma instituição nova, cheia de energia – com muito entusiasmo e empenho dos nossos docentes, dos nossos funcionários, e também dos nossos estudantes – mas com a bagagem de muitos anos de ensino superior em Portugal e na região.

Também ao nível do tecido empresarial, o ISCE Douro tem apresentado uma grande dinâmica. É um sinal de que esta instituição é de certa forma, o parceiro que faltava a algumas entidades locais?

O ISCE Douro tem procurado colaborar ativamente com variadas entidades locais e regionais e com toda a comunidade, como compete a uma instituição de Ensino Superior, juntando valor e qualificação nas ações que organizamos e em que tem sido possível participar. Numa ótica mais ampla, salientamos a recente campanha de formação para dirigentes desportivos, dinamizada pela CIM Tâmega e Sousa, e outra da mesma índole voltada para o Município de Penafiel, com a Câmara Municipal de Penafiel; ainda no capítulo desportivo, enfatizamos a parceria com o FC Penafiel, de longa data e muito profícua. Salientamos, também, noutro setor diferente, a participação na organização de exposições de Arte Digital, conjuntamente com o Museu Municipal de Penafiel, que trouxeram à região o contacto com esta realidade artística. Há ainda projetos pensados com parceiros estratégicos em empresas de “primeira linha”, ao nível local e regional, começando na Associação Empresarial de Penafiel. Só para acomodar os estágios profissionais dos vários cursos técnicos profissionais que temos em oferta (CTSP), temos dezenas de protocolos de parceria com empresas da região das várias áreas que trabalhamos. Em todas estas intervenções é fácil perceber que o ISCE Douro é uma instituição preocupada com as pessoas e com a dinamização económica e social da região.

Mas é uma instituição de ensino superior privada.

MG: Certo. Mas também aí devo dizer que somos uma instituição muito preocupada com o apoio aos alunos, quer promovendo o acesso às bolsas de estudo do Estado, quer em outras condições de apoio dos estudantes. 50% dos nossos alunos recorrem às bolsas de apoio social, numa das regiões mais jovens do país e também mais carentes de qualificação superior. Fazendo bem as contas, as famílias poderão constatar que compensa frequentar o ISCE Douro a outras situações que implicam deslocações com pagamentos de alojamentos caríssimos, mais refeições e mais viagens.

O Porto é um grande centro do Ensino Superior mas torna-se inacessível para muitos estudantes, devido aos preços exorbitantes das acomodações, entre outros fatores. Há outra coisa a nosso favor – a grande maioria dos nossos alunos é autóctone desta região e, por isso, sente e veste “Tâmega e Sousa”. Muitos deles têm o sonho de fazer a diferença aqui mesmo – e para isso têm o ISCE Douro. Facilitaria melhorar a rede de transportes públicos no interior da região.

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