Uma referência nacional na área dos serviços de engenharia

Nuno Barroso - BRICK – ENGENHARIA
Nuno Barroso, BRICK – ENGENHARIA

Foi no ano de 2006 que Nuno Barroso fundou a empresa que hoje lidera. Exigência, competência e qualidade técnica são palavras-chave na BRICK – Engenharia, que reúne uma equipa de profissionais de excelência, regidos pelo rigor e seriedade. Para melhor conhecermos a (nova) realidade desta empresa, estivemos à conversa com Nuno Barroso, CEO, que, em entrevista para esta edição, fez um balanço do mais recente projeto lançado no mercado e revelou os objetivos da empresa para o futuro.

Com 14 anos de história, a BRICK – Engenharia é hoje uma das empresas mais inovadoras e promissoras do setor dos serviços na área da avaliação imobiliária e de equipamento, assim como da peritagem. Quais as bandeiras que têm guiado a BRICK rumo ao sucesso?

O crescimento constatado tem sido alicerçado na exigência, no rigor aliado à qualidade técnica e na competência de toda a equipa profissional da BRICK. Todos os nossos técnicos internos e externos estão em perfeita harmonia e têm como objetivo bem claro e comum o crescimento sustentado de todos os intervenientes com um foco muito forte no cliente.

Falar da BRICK é falar de inovação. Prova disso, é o projeto diferenciador de Consultoria de Peritagem lançado no mercado, em 2019. Fale-nos um pouco mais desta aposta e das principais vantagens deste serviço para o cliente.

Trata-se de um projeto disruptivo, que alia a qualidade técnica dos nossos colegas peritos à inovação tecnológica decorrente do desenvolvimento de um aplicativo próprio, que permite aos peritos efetuar a peritagem in loco, orçamentando de imediato e fechando rapidamente os processos de sinistros. Em momento algum se compromete a qualidade técnica em prol dos SLA’s (Service Level Agreement), mas os tempos de resposta ao segurado e à seguradora são reduzidos, permitindo um maior grau de satisfação do cliente final e, consequentemente, do nosso cliente (seguradora). De salientar que o serviço de regularização de sinistros também pode ser, e na realidade, é prestado a todo o tipo de clientes: particulares, escritórios de advogados, tribunais, entre outros.

Decorrido o primeiro ano desde o seu arranque, que balanço faz deste projeto?

O ano foi atípico, como é do conhecimento generalizado, mas a BRICK conseguiu, mais uma vez, pela resiliência e qualidade técnica dos seus colaboradores impor-se. O departamento de peritagens / regularização de sinistros registou um aumento bastante interessante, estando a trabalhar numa base regular com vários clientes. Curiosamente, contrariando todos as expectativas, também o departamento de avaliações registou um incremento no volume de negócios, que nos deixou bastante satisfeitos e orgulhosos do caminho que temos vindo a percorrer.

Pautada pela exigência, competência e qualidade técnica, a BRICK conta hoje com uma equipa de profissionais de excelência. Num mercado, cada vez mais, exigente torna-se imprescindível uma equipa capaz de fazer a diferença perante o cliente?

É evidente. As formações consecutivas, tanto internas como externas, lecionadas por terceiros, o apoio dado pelos colegas mais experientes aos mais jovens e o constante contato entre equipas multidisciplinares, permite o incremento da qualidade técnica e promove a satisfação dos clientes finais. Do meu ponto de vista, tem vindo a ser extraordinário o esforço da equipa interna em 2020, dado que praticamente todo o processo é gerido à distância.

São os momentos de crise que diferenciam os projetos e, por vezes, levam à queda e ascensão de empresas. Que consequências antevê, a nível de honorários das empresas, nesta fase delicada?

A capacidade de se superar, a resiliência, a qualidade e capacidade técnica fazem, cada vez mais, a diferença. Empresas que preparam, devidamente, os seus quadros e que cumprem escrupulosamente a lei em vigor, não podem sequer equacionar baixar os honorários. Para que as empresas funcionem e estejam devidamente certificadas existem custos elevados que, tendencialmente, vão subindo ano após ano. Os clientes já começam a perceber que a qualidade se paga. Espero, sinceramente, que os empresários também tenham essa noção, pois continuo a defender que somos mal pagos e que os honorários têm forçosamente que subir para que os negócios sejam sustentáveis.

O cenário pandémico atual, devido à COVID-19, obrigou pessoas e empresas a adaptarem-se a uma nova realidade. Como reagiu e qual é o “novo normal” da BRICK?

A questão enquadra-se, e bem, como o que acabei de referir. O distanciamento social/profissional gerado pela pandemia. A BRICK já se encontrava preparada para trabalhar à distância, pelo que a transição foi simples e eficaz, não se tendo registado qualquer problema. A questão que se colocou desde o início foi a de ‘como ultrapassar a distância em áreas de serviço como a avaliação e as peritagens’, em que a proximidade dos colegas com consequentemente troca de opiniões e entreajuda facilita o desenvolvimento pessoal/profissional de todos. Entendemos que nada substitui as relações humanas de proximidade, mas também compreendemos que ferramentas como o Skype, Team ou Zoom, promovem o diminuir dessa questão. Acredito e sinceramente, espero, que o futuro passe por uma solução híbrida entre os escritórios físicos, em que as equipas se reúnem frequentemente permitindo uma maior troca de experiências e evolução constante e, paralelamente, os home office, que vão ajudar a encontrar o equilíbrio entre a profissão e a família.

Com um crescimento sustentado ao longo dos anos, a BRICK vem conquistando novos clientes e novos mercados. Qual o principal objetivo a alcançar a médio prazo?

O objetivo é sempre o mesmo. Para mim, Nuno Barroso, é levantar-me de manhã para trabalhar por gosto e não por obrigação. É perceber que as pessoas que me rodeiam se sentem bem, estão a evoluir como indivíduos, como profissionais e pretendem permanecer na BRICK. Para mim, enquanto responsável da BRICK, é ver a empresa a crescer em volume de negócios, sendo mais competente, sendo socialmente mais responsável, promovendo o bem-estar dos colaboradores a par da satisfação do cliente final e sermos, cada vez mais, uma referência na área dos serviços de engenharia.

O amanhã ainda é uma folha em branco. Como gostaria de escrever a história da BRICK para o futuro?

O que desejo é que a questão pandémica seja ultrapassada rapidamente, mas que sirva para todos termos a perceção clara do que temos de fazer a nível ambiental, promovendo o teletrabalho e a ocupação dos escritórios físicos em tempo parcial, permitindo recuperar recursos ambientais e capitalizando o planeta para as gerações futuras. Se este aspeto for melhorado tenho a certeza que a BRICK vai crescer mais e ser ainda mais ‘a’ referência na área dos serviços de engenharia.